Ele apostou todas suas moedas na revolução tecnológica, num período em que a mesma ainda era vista com muito receio. Mas como todo visionário Claudio Peralta estava certo e o resultado disso é sua trajetória de sucesso na publicidade e no cinema nacional. Especialista em computação gráfica, é responsável pelos efeitos especiais de longas como Os Normais, Lope e O Homem do Futuro.
Claudio recebeu a equipe do Revista do Cinema na produtora Conspiração onde mostrou cada detalhe do processo de pós produção dos filmes, apresentou a sua jovem e antenada equipe e principalmente não poupou detalhes e características sobre a sua profissão. Atividade que no mercado cinematográfico e audiovisual mundial está em amplo e acelerado crescimento. Para Claudio, uma realidade que no Brasil deve ser encarada como resultado do alto nível profissional dos brasileiros. “A diferença do mercado brasileiro para o mercado americano ou europeu está na demanda de trabalho e na dimensão da equipe e da quantidade de equipamentos _ não qualidade _ que eles tem”. Outra característica do mercado brasileiro difícil de ser rompida está ligada ao preconceito com a técnica. “Antigamente muitos clientes e diretores não queriam nem ouvir falar em efeitos especiais ou coisa parecida. Hoje muitos deles não vêem outra forma de realizar seus projetos ou sonhos”.







