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Programa 89/799 – 18-02-12
Revista conversa com o diretor de “As Batidas do Samba” – Bebeto Abrantes.
Maria Luisa Mendonça no estudio bate um papo com o diretor Luiz Guimaraes de Castro, o Mineiro.
Destaques do programa Revista do Cinema Brasileiro nº 89/799 (18/02/2012).

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Perguntas, perguntas e mais perguntas...
25/01/2012 - 10:58

Ao montar uma pauta, automaticamente os produtores/repórteres são levados a imergirem no universo que será proposto ao público. A pauta é tecnologia, então nossos olhos e ouvidos ficam em alerta para o que há de mais novo, para a informação colocada nas redes e para o que os técnicos comentam sobre o que chamamos de “material ou tecnologia de ponta” para levarmos com fidelidade ao espectador.

Pesquisando sobre a nova câmera Alexa, que introduz imagens com o potencial inigualável das películas, sobretudo as 35 mm, lendo sobre a chegada do 3D e sua união a softwares com linhas high definition (o 4K), muito além do que esperávamos, pensei: o que seria dos filmes de Stanley Kubrick e Alfred Hichtcock se esses realizadores geniais tivessem tido acesso à essas novas possibilidades que se abrem atualmente? Como seria o clássico de ficção “2001 – Uma Odisséia no Espaço”?

Seríamos provavelmente engolidos por suas projeções e ficaríamos quinze minutos após sua exibição “acaixapados” (se é que posso usar esse termo) nas poltronas do cinema. Já Hichtcock não vacilaria em chocar-nos em “Rebeca”, “Disque M para Matar” ou em “Os Pássaros”, isso tudo são conjecturas de alguém que se apaixona toda vez que percebe quando o casamento da criação com a tecnologia nos devolve obras incríveis. Mas não me sai do pensamento o que esses diretores, que influenciaram tantas gerações, fariam.

Será muito cruel, que nós brasileiros, com cineastas sedentos e criativos e público crescente, não usemos essa tecnologia da melhor forma, pior ainda será, se futuramente, e não digo tão longe assim, logo ali na frente, em 2015, não tivermos projetores que dialoguem com essa evolução, não tivermos salas de projeção preparadas. Requer investimento. Se temos realizadores incríveis e eles são concomitantes com o surgimento dessas ferramentas audiovisuais, o que será feito para que não haja tamanho desperdiço? Ou será que eu vou continuar pensando o que fariam Afonso Poyart, Evaldo Mocarzel, Eduardo Coutinho, entre outros.






15/02/2012 - 15:19

Alô, Alô Unidos da Piedade!! Bate forte no peito, deixa o samba “arrupiar”!!!!!!!!!

01/02/2012 - 16:48

Em tempos de ficções documentais e documentários carregados de dramaturgia, é curioso pensar em filmes inspirados em fatos reais. Se analisarmos bem, a priori toda ficção é calcada na realidade, desde o roteiro, que...

19/01/2012 - 19:42

Em nossa reunião de pauta, procurávamos um rosto no panorama do cinema brasileiro atual que exemplificasse, de maneira única, os nossos filmes de ação e conjugados a isso, pudéssemos usar os adjetivos talentoso e...

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